Constituição Federal

Art. 5º, inciso

IV - A livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

quarta-feira, 23 de março de 2016

Tantas coisas aconteceram... mas você continua aqui!!!!
Bom reencontrar e renovar a relação, vou retomar algumas linhas, na verdade fui eu quem estava perdido!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Cacau

                  O cacaueiro, Árvore Opaco Produz o Fruto Chamado cacau, da Família Malvaceae, SUA Origem E a América do Sul e Brasil.  PODE ATÉ atingir 6 metros de Altura, possui Duas Fases de Produção : Temporão e Safra.

Cacaueiro e SEUS frutos
E do Cacau Que se FAZ o  de chocolate  atraves da moagem das SUAS Amêndoas secas pró Processo caseiro UO industrial. OUTROS  subprodutos do Cacau incluem polpa SUA, suco, geleia, DESTILADOS finos e  sorvete .

Imagem Registrada los 13/05/14
Este exemplar, atualmente hospedado no viveiro de mudas e centro de Adaptação e Transferência Nosso Rancho E Resultante de hum Pé cultivado los Jandira-SP, trazido de Ibicaraí-BA. Com Vasta Produção de frutos, DELE FOI extraída uma Semente Que germinou e produziu nova muda, that Aguarda plena Adaptação, SUA Guardia Sera, Sera uma professora Elaine Jardim.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

JUSTIÇA OU INJUSTIÇA?

Presidente Fernando Collor de Melo,
ao fundo estampa parcial da Bandeira do Brasil
Justiça ou INJUSTIÇA?

Uma pessoa que por mais de VINTE ANOS, sofre injusta acusação, é massacrado psicologicamente, sofre todo tipo de infâmia e difamação, publicamente é execrado, pois bem, ao final do processo essa pessoa é declarada INOCENTE.

Passado tantos anos, ainda que ao final o réu seja declarado inocento, isso é JUSTIÇA ?

Eu já tratei desse assunto em outra oportunidade, porém hoje me vejo na necessidade de mais uma vez retomar o assunto, na voz de um caso concreto...

Trecho do discurso do "ex" Presidente Fernando Color de Mello.

O ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) usou a tribuna do Senado nesta segunda-feira (28) para comemorar a última absolvição no processo a que respondia no STF (Supremo Tribunal Federal) por acusações à época em que era presidente, e questionar: "quem vai me devolver o que me foi tomado?".

Collor citou que a "angústia" e o "padecimento" por 22 anos que acabaram com a inocência declarada pelos ministros na última quarta-feira (24). Collor foi absolvido pelo STF por falta de provas no processo em que era acusado de chefiar um esquema receber propina para facilitar licitações.

"Após mais de duas décadas de expectativa e inquietações, de injustiças, quem poderá me devolver agora tudo que perdi? Quem poderá me devolver? A começar pelo meu mandato e o compromisso público que assumi, a tranquilidade perdida, a retratação proporcional, a injustiça sem culpa, vitimado sem dolo e responsabilidade por atos inventados", questionou.

Collor ressaltou que foi investigado em mais de 50 processos no Supremo. "O que nos resta agora é refletir, em que pese ter sido o homem público mais investigado do país. Fui absolvido de todas, absolutamente todas. Estou inocentados de todas a delações, repito: inocentados de todas as delações! A ninguém mais dado o direito de dizer o contrário ou fazer meras ilações", afirmou o senador.

O ex-presidente disse ainda que o estigma e a fama que lhe couberam nas últimas décadas serão superados. "Enquanto não fosse absolvido, cairia a pecha de réu, de acusado. A recorrente dúvida de todos a sua honestidade. Nada mais desumano para quem tem a consciência limpa e correta", disse.

Fonte de pesquisa: http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2014/04/28/apos-absolvicao-collor-pergunta-quem-me-devolvera-o-que-me-foi-tomado.htm
https://www.google.com.br/search?q=fernando+collor+de+mello+-+presidente&espv=2&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=o65eU4jZIK3fsATxuoLwDw&ved=0CAgQ_AUoAQ&biw=1160&bih=692#facrc=_&imgdii=_&imgrc=04HhoX1noFvuHM%253A%3Br2vy4qEud4CKJM%3Bhttp%253A%252F%252Fblogs.band.com.br%252Fmiltonparron%252Ffiles%252F2012%252F09%252FPresidente-Collor.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fblogs.band.com.br%252Fmiltonparron%252Fas-carrocas-do-collor%252F%3B400%3B625

domingo, 20 de abril de 2014

Tempos Modernos - Charles Chaplin

Texto colaborativo para reflexão sobre a mensagem e conteúdo inerente ao trabalho de Charles Chaplin no filme "Tempos Modernos", exibido para alunos do 3º Ano do ensino médio...
Modern Times (br/pt: Tempos Modernos). É um filme de 1936 do cineasta britânico Charles Chaplin, em que o seu famoso personagem "O Vagabundo" (The Tramp) tenta sobreviver em meio ao mundo moderno e industrializado. É considerado uma forte crítica ao capitalismo,  militarismo, liberalismo, conservadorismo, stalinismo, fascismo, nazismo, fordismo e imperialismo, bem como uma crítica aos maus tratos que os empregados passaram a receber depois da Revolução Industrial.
Nesse filme Chaplin quis passar uma mensagem social. Cada cena é trabalhada para que a mensagem chegue verdadeiramente tal qual seja. E nada parece escapar: máquina tomando o lugar dos homens, as facilidades que levam a criminalidade, a escravidão. O amor também surge, mas surge quase paternal: o de um vagabundo por uma menina de rua.
Tempos Modernos é ao mesmo tempo comédia, mesmo tempo drama e romance.

Um trabalhador de uma fábrica, operário de uma linha de montagem, que testou uma "máquina revolucionária" para evitar a hora do almoço, tem um colapso nervoso por trabalhar de forma quase escrava. É levado para um hospital, e quando retorna para a “vida normal”, para o barulho da cidade, encontra a fábrica já fechada, fica desempregado.
Enquanto isso, uma jovem, orfã de mãe, com duas irmãs pequenas e o pai desempregado, tem que realizar pequenos furtos para sobreviver (roubar um pão para comer) . Após a morte do pai em uma manifestação, dois agentes do governo vão buscá-las para a adoção, mas a jovem foge.
Ele deixa o hospital para começar sua nova vida, mas encontra uma crise generalizada e equivocadamente é preso como um agitador comunista, que liderava uma marcha de operários em protesto. Na cadeia, sem querer, frusta uma tentativa de fuga de presos e quando é libertado depois de uma agradável estadia na prisão, decide fazer de tudo para voltar para lá e ao ver a jovem que fugiu da adoção, decide se entregar em seu lugar. Não dá certo, pois uma grã-fina tinha visto o que houve e estraga tudo. Mesmo assim, ele faz de tudo para ir preso, no entanto os dois acabam escapando e vão tentar a vida de outra maneira. A amizade que surge entre os dois é bela, porém não os alimenta. Ele tem que arrumar um emprego rapidamente.
Consegue um emprego numa outra fábrica, mas logo os operários entram em greve e ele mete-se novamente em perigo. No meio da confusão, vai preso ao jogar sem querer uma pedra na cabeça de um policial.
A jovem consegue trabalho como dançarina num salão de música e emprega seu amigo como garçom. Também não dá certo, e os dois seguem, numa estrada, rumo a mais aventuras emocionantes e divertidas.


sexta-feira, 18 de abril de 2014

Noeme Alves Govea,
em visita à Grota do ipê
As atividades no rancho estão cada vez mais gratificantes, mesmo com todos os obstáculos impostos, vamos trabalhando para manter a área preservada, campanha de arborização 2014 uma árvore por dia (plantando o futuro), viveiro natural com sementeira e berçário para produção de mudas. Limpeza da grota do ipê com mais de 30% da área alcançada nos primeiros meses do ano.

Recebemos a visita da mamãe na grota para ver o trabalho de limpeza que está sendo realizado, aproveitamos para tomar um café de passar um tempo de preguiça na rede, jogando conversa fora.

Enquanto uns discursam demagogicamente, outros operam para realizar sonhos, conservar e preservar o meio ambiente de forma racional e sustentável.


Paulo no viveiro,
escolhendo as mudas para plantio...
No dia do aniversário o Paulo Rogério visita Nosso Rancho e realiza o plantio de uma bananeira - banana ouro - e uma muda de manga (produzida a partir da semente em 2013) que integra a área de recomposição na parte que sofreu grande erosão, um trabalho de contenção do deslizamento de terra.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Eterno aprendiz...


Sou um eterno aprendiz e devo ser a mudança que desejo no outro, nada ou ninguém é tão ruim que não nos traga algo de bom (o conhecimento ou a experiência), nem tão bom que não nos cause algum dano ou traga inerente algo de ruim (frustração ou decepção), cabe a eu garimpar as coisas boas e torná-las eternas em minhas lembranças e atitudes.

Somos responsáveis pelo que e por quem somos responsáveis por onde estamos, pois a vida é feita de escolhas e atitudes. Corrigir (aos outros e a si) também é um ato de expressão do amor, acalentar alguém o confortando nos “erros” sob pretexto de amor e proteção nada mais é que a revelação da hipocrisia...
Interpretação do texto: Um dia você aprende...
De autoria controversa atribuída a : Veronica A. Shoffstall  e Willian Shakespeare.

Por: Geraldo Duarte de Oliveira







domingo, 9 de fevereiro de 2014

Sempre quis...às futuras gerações

Sempre Quis - Tulipeira-africana

Enquanto estiver ue los Galhos e Folhas,
estarei me Preparando parágrafo LHE dar o Melhor de Mim:
o deslumbramento para ti;

when descansar los Minha sombra e se encantar
com o Vermelho-alaranjadas de Minha cor,
estarei contigo sem Brilho e Beleza de Cada Pétalas
e na Perfeição das flores.

Imagem Registrada los 13/06/14
Em Outubro de 2013 colhi UMA
Semente e cultivei para ti ESSA Árvore
Que sera levada e Plantada los

NOSSO RANCHO!

Especie:  Espatódea ( Spathodea campanulata )
NOME POPULAR : Tulipeira, Tulipeira-africana, Bisnagueira, árvore-de-bisnagas, árvore-de-tulipas.
Informations detalhadas sobre a planta: 
http://plantas-ornamentais.blogspot.com.br/2011/01/espatodea-spathodea-campanulata.html 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O analfabeto político...



O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

Bertolt Brecht

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sobre política e jardinagem - em aula

Sobre política e jardinagem


De todas as vocações, a política é a mais nobre. Vocação, do latim "vocare", quer dizer "chamado". Vocação é um chamado interior de amor: chamado de amor por um "fazer". No lugar desse "fazer" o vocacionado quer "fazer amor" com o mundo. Psicologia de amante: faria, mesmo que não ganhasse nada.

"Política" vem de "polis", cidade. A cidade era, para os gregos, um espaço seguro, ordenado e manso, onde os homens podiam se dedicar à busca da felicidade. O político seria aquele que cuidaria desse espaço. A vocação política, assim, estaria a serviço da felicidade dos os moradores da cidade.


Talvez por terem sido nômades no deserto, os hebreus não sonhavam com cidades; sonhavam com jardins. Quem mora no deserto sonha com oásis. Deus não criou uma cidade. Ele criou um jardim. Se perguntássemos a um profeta hebreu "o que é política?", ele nos responderia, " a arte da jardinagem aplicada às coisas públicas".

O político por vocação é um apaixonado pelo grande jardim para todos. Seu amor é tão grande que ele abre mão do pequeno jardim que ele poderia plantar para si mesmo. De que vale um pequeno jardim se à sua volta está o deserto? É preciso que o deserto inteiro se transforme em jardim.

Amo a minha vocação, que é escrever. Literatura é uma vocação bela e fraca. O escritor tem amor, mas não tem poder. Mas o político tem. Um político por vocação é um poeta forte: ele tem o poder de transformar poemas sobre jardins em jardins de verdade. A vocação política é transformar sonhos em realidade. É uma vocação tão feliz que Platão sugeriu que os políticos não precisam possuir nada: bastar-lhes-ia o grande jardim para todos. Seria indigno que o jardineiro tivesse um espaço privilegiado, melhor e diferente do espaço ocupado por todos. Conheci e conheço muitos políticos por vocação. Sua vida foi e continua a ser um motivo de esperança.

Vocação é diferente de profissão. Na vocação a pessoa encontra a felicidade na própria ação. Na profissão o prazer se encontra não na ação. O prazer está no ganho que dela se deriva. O homem movido pela vocação é um amante.

Faz amor com a amada pela alegria de fazer amor. O profissional não ama a mulher. Ele ama o dinheiro que recebe dela. É um gigolô.

Todas as vocações podem ser transformadas em profissões O jardineiro por vocação ama o jardim de todos. O jardineiro por profissão usa o jardim de todos para construir seu jardim privado, ainda que, para que isso aconteça, ao seu redor aumente o deserto e o sofrimento.

Assim é a política. São muitos os políticos profissionais. Posso, então, enunciar minha segunda tese: de todas as profissões, a profissão política é a mais vil. O que explica o desencanto total do povo, em relação à política. Guimarães Rosa, perguntado por Günter Lorenz se ele se considerava político, respondeu: "Eu jamais poderia ser político com toda essa charlatanice da realidade.... Ao contrário dos "legítimos" políticos, acredito no homem e lhe desejo um futuro. O político pensa apenas em minutos. Sou escritor e penso em eternidades. Eu penso na ressurreição do homem." Quem pensa em minutos não tem paciência para plantar árvores. Uma árvore leva muitos anos para crescer. É mais lucrativo cortá-las.

Nosso futuro depende dessa luta entre políticos por vocação e políticos por profissão. O triste é que muitos que sentem o chamado da política não têm coragem de atendê-lo, por medo da vergonha de serem confundidos com gigolôs e de terem de conviver com gigolôs.

Escrevo para vocês, jovens, para seduzí-los à vocação política. Talvez haja jardineiros adormecidos dentro de vocês.

A escuta da vocação é difícil, porque ela é perturbada pela gritaria das escolhas esperadas, normais, medicina, engenharia, computação, direito, ciência. Todas elas, legítimas, se forem vocação. Mas todas elas afunilantes: vão colocá-los num pequeno canto do jardim, muito distante do lugar onde o destino do jardim é decidido. Não seria muito mais fascinante participar dos destinos do jardim?

Ao descobrir o Brasil, os descobridores não encontraram um jardim. Encontraram uma selva. Selva não é jardim. Selvas são cruéis e insensíveis, indiferentes ao sofrimento e à morte. Uma selva é uma parte da natureza ainda não tocada pela mão do homem.
Aquela selva poderia ter sido transformada num jardim. Não foi. Os que sobre ela agiram não eram jardineiros.

Eram lenhadores e madeireiros. E foi assim que a selva, que poderia ter se tornado jardim para a felicidade de todos foi sendo transformada em desertos salpicados de luxuriantes jardins privados onde uns poucos encontram vida e prazer.

Há descobrimentos de origens. Mais belos são os descobrimentos de destinos. Talvez, então, se os políticos por vocação se apossarem do jardim, poderemos começar a traçar um novo destino. Então, ao invés de desertos e jardins privados, teremos um grande jardim para todos, obra de homens que tiveram o amor e a paciência de plantar árvores à cuja sombra nunca se assentariam.

Rubem Alves é educador, escritor, psicanalista e professor emérito da Unicamp.
http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_colunas/r_alves/id221000.htm

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Tema de estudo / EE Profº José Manoel Alvares Rosende

Empatia:
Em busca de um melhor entendimento sobre a questão de empatia, ao efetuar pesquisas deparei-me com uma situação inusitada, autores e editoras, via de regra, tratam o tema como sinônimo de simpatia.

Tende em vista minha divergência sobre o assunto, observo que existe uma linha tênue que pode distinguir essas formas de sensação, concluo meu estudo fixando o seguinte posicionamento: EMPATIA é a capacidade de compreender o sentimento de outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstancias; identificar-se com outra pessoa; compreender emocionalmente outra pessoa.

Posto isto analiso conjuntamente simpatia, empatia e antipatia:
Simpatia é uma situação positiva e natural na qual sentimos um atrativo por pessoa, coisa ou causa. Essa sensação positiva nos leva a facilitar uma aproximação, através de um comportamento agradável, de sedução e dedicação;

Antipatia, neste quadro algum aspecto exterior, fala, comportamento ou aparência, causa uma repulsa sem maiores explicações nem justificativa, é o conhecido quadro: “ o santo não bate”, assim passamos a evitar aproximação ou até mesmo a afrontar a situação;


Com isso posso entender que a simpatia é o desejo de aproximação de um em relação ao outro (é um SIMpatia); a antipatia é a sensação de repulsa (ANTIpatia) e finalmente a empatia que corresponde a uma resposta positiva da simpatia, (por isso o EMPATia), concluo que a empatia é um quadro que necessita de reciprocidade à simpatia.

E-mail: duarteconsultoria.adv@hotmail.com

sábado, 17 de agosto de 2013

Nosso Rancho - ponto de captação de água

pomar de frutíferas (goiabeira), ponto de captação de água
e visão panorâmica do "alojamento precário")
Enquanto a energia elétrica não chega, vamos labutando e fazendo o que é possível para manter as atividades. Neste sentido é que iniciamos a limpeza e preparação do local onde será instalado o ponto de captação de água que deverá abastecer os ambientes da Grota do Ipê.

É lamentável que neste momento estamos sofrendo uma intervenção absurda na área. Enquanto a área era usada para pratica de tráfego  "desova" de carros roubados, crime ambiental com destarte irregular de entulhos e todo tipo de resíduos sólido, a polícia NUNCA ESTEVE NO LOCAL.
Agora temos a notícia de que, após a conclusão da extração dos eucaliptos foi lavrado um B.O (610/2013) que deu origem ao I.P (160/2013) no qual é investigado eventual pratica de crime ambiental. Dos atos da Delegacia resultou um A.I.A 284939, já estamos tomando todas as medidas para resolver a situação, inclusive aguardando a fase judicial para fazer o pedido contraposto e reclamar os prejuízos decorrente desse procedimento.

Já temos um relatório preliminar da visita in loco que solicitamos a perito ambiental, que inicialmente aponta:

Relatório de Vistoria “in loco”


Trata-se de vistoria em áreas contíguas delimitadas, porém não demarcadas, solicitada por pessoa interessada.

Da visualização aérea pelo google consegue-se de forma geral notar as diferenças destas áreas sendo que do lado esquerdo percebemos vegetação nativa com folhagem verde de menor intensidade e copas baixas, o que “in loco” observa-se que é uma área com vegetação nativa/floresta (preservada); seguida de área contendo árvores de copas altas e folhagem verde mais escura, o que “in loco” observa-se que é uma área onde existia plantio de eucaliptus (extraídos), não se verifica, nesta área indicação da existência de vegetação nativa ou floresta. Na lateral direita do caminho do meio (sentido rodovia) há uma área com vegetação nativa e a ocorrência de alguns eucaliptus, portanto uma área mista, a qual está absolutamente preservada (fotos), na seqüência da área o que se vê é pastagem.

In loco, observamos na entrada uma porteira com um caminho do meio que dá acesso a segunda área objeto deste relatório, ao lado esquerdo passamos pela área de vegetação nativa (floresta) com grande intensidade e preservada (foto panorâmica da área). Ao final desta área inicia-se em terreno acidentado área onde verificamos a ocorrência de plantio de eucaliptus, que foram extraídos, não há indício de vegetação nativa no local. Olhando para direita observamos uma área com vegetação nativa e a incidência de eucaliptus que permanece preservada. Seguindo observamos que existe uma área com vasta erosão decorrente de águas pluviais que escoam da rodovia, atravessando essa área de erosão tem continuidade a área de plantio de eucaliptus que se estende ao longo de vasta área de pastagem, interrompida por outra área nativa e contínua pastagem após o morro encerrando-se 150 metros após o pé de jaca (altura do Km 59,5). Observa-se que ao longo da rodovia ocorreu queimada indiscriminada que afetou tanto a área de eucaliptus quanto a pastagem.

Com apresentação do Mapa do loteamento Santa Cecília, verificamos que a primeira área verde preservada, é área de lazer da Prefeitura do Município de Nazaré Paulista, a segunda área é indicada como área de particular (anexo).

No caminho do meio, em área acidentada (barranco) observa-se um foco de incêndio isolado com marcas até as proximidades da área de erosão e espalhou-se pelo barranco ate as proximidades da área de lazer da Prefeitura, as arvores que limitam as duas áreas não foram afetadas (queimada) pelo fogo, observando-se que a alta temperatura afetou as primeiras folhagens destas árvores, porém sem causar danos as mesmas que permanecem no local.

Próximo a área mista, do lado de lá da erosão, também é possível observar o início de um foco de incêndio que não se propagou, portanto não atingiu a vegetação nativa ali existente.

Adentrando a área de erosão, notamos a existência de uma mina d’água, é comum caracterizar o acúmulo de água em determinadas áreas como nascente ou olho d'água, no entanto se a água disponível procedente do subsolo não for suficiente à manutenção do ecossistema ao qual se associa, esta área não caracteriza-se como nascente. No local não há formação de rio, riacho, córrego ou ribeirão, observamos que, ao seguir o curso d’água não existe uma foz, a mesma se dilui sendo absorvida no próprio terreno, retornando ao lençol freático. Dessa observação podemos afirmar NÃO TRATAR-SE DE NASCENTE.

Sob o aspecto ambiental, nascente é uma área onde há a exsudação natural de água subterrânea de forma a possibilitar a formação e a sustentabilidade de uma biocenose associada à água que disponibiliza, in casu não verificamos o elemento essencial à caracterização da nascente sob o aspecto ambiental.

É o relatório! 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Sociologia & Eu, passo a passo.

Sociologia...

Este trabalho será dedicado ao conhecimento e entendimento da sociologia e seus reflexos na vida dos indivíduos, pretendemos com isso cumprir o instinto de eterno aprendiz e simultaneamente transmissor de conhecimentos que habita em algumas pessoas, fase em que compartilhamos com outros o entendimento sobre esta ciência, a sociologia.

O plano é relativamente simples: primeiro passo, espaço no qual procuramos conceituar a sociologia no prisma do dia a dia das pessoas, com uma observação atual do cotidiano; passo seguinte, onde aprofundamos a pesquisa dentro do nosso prisma (cotidiano atual), com o olhar para estudos e pesquisas anteriores, assim nos permitiremos “conhecer” o já existente; caminhada, o “fechamento” das etapas anteriores, com o entendimento que a jornada é longa e a vida segue, portanto a caminhada não se esgota e sempre estará sujeita às circunstâncias e profundas transformações.

Com atenção nas características do presente, olharemos o passamos e tentamos propor um futuro. Assim nosso trabalho dará privilégio a uma linguagem usual, na busca de encontrar o encantamento devido à sociologia, portanto evitaremos sempre que possível termos técnicos e de “expertise”.

Primeiro passo



Em que pese o termo Sociologie tenha sido criado por Auguste Comte (em 1838), que esperava unificar todos os estudos relativos ao homem — inclusive a história, a psicologia e a economia —, Montesquieu também pode ser encarado como um dos fundadores da sociologia — talvez como o último pensador clássico ou o primeiro pensador moderno.

A sociologia é a parte das ciências humanas que estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições. Enquanto o indivíduo na sua singularidade é estudado pela psicologia, a sociologia tem uma base teórico-metodológica voltada para o estudo dos fenômenos sociais, tentando explicá-los e analisando os seres humanos em suas relações de interdependência. Compreender as diferentes sociedades e culturas é um dos objetivos da sociologia.

Guardo o entendimento que a sociologia estuda os eventos e sua repercussão nos grupos sociais. O reflexo dos eventos na vida do coletivo deve ser tarefa primordial à sociologia, sendo que a observação do fenômeno/evento em sua raiz poderá permitir intervenções e orientações visando minimizar os aspectos negativos (prevenção) ou até mesmo recompor à situação anterior, orientando no que diz respeito às expectativas destes grupos, que potencialmente sofreriam o resultado do evento observado. Seria assim a sociologia uma ciência de ativismo em favor do coletivo, deixando o campo da inércia/dormência para ATUAR EFETIVA E POSITIVAMENTE.

Os resultados da pesquisa sociológica não são de interesse apenas dos estudiosos. Cobrindo todas as áreas do convívio humano — desde as relações na família até a organização das grandes empresas, o papel da política na sociedade ou o comportamento religioso —, a sociologia pode vir a interessar, em diferentes graus de intensidade, a diversas outras áreas do saber. Entretanto, os maiores interessados na produção e sistematização do conhecimento sociológico atualmente são o Estado, normalmente o principal financiador da pesquisa desta disciplina científica, é a sociedade civil organizada.

Assim como toda ciência, a sociologia pretende explicar a totalidade do seu universo de pesquisa. Ainda que esta tarefa não seja objetivamente alcançável, é tarefa da sociologia transformar as malhas da rede com a qual ela capta a realidade social cada vez mais estreitas. Por essa razão, o conhecimento sociológico, através dos seus conceitos, teorias e métodos, pode constituir as pessoas um excelente instrumento de compreensão das situações com que se defrontam na vida cotidiana, das suas múltiplas relações sociais e, consequentemente, de si mesmas como seres inevitavelmente sociais.

A sociologia ocupa-se, ao mesmo tempo, das observações do que é repetitivo nas relações sociais para daí formular generalizações teóricas; e também se interessa por eventos únicos sujeitos à inferência sociológica (como, por exemplo, o surgimento do capitalismo ou a gênese do Estado Moderno), procurando explicá-los no seu significado e importância singulares).


Pensar na sociologia como mera observação de atos não parece adequado, uma vez não teria o papel de ativismo sociológico, esvaziando-se em sua função social. Se há pretensão de uma ciência útil, não se pode afastar da função social do conhecimento, qual seja: integrar valores positivos ao seu resultado final mediante interação. O conhecimento ou observação dos atos por si nada significa, seria como olharmos uma pessoa a caminho do precipício e ficarmos estáticos no campo da observação. Conclui-se que o estudo da sociologia não só espera entender o que une os grupos sociais, mas também desenvolver um "antídoto" para a desintegração social, neste ponto encontra-se o ativismo.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Nosso Rancho

A fase inicial de preparação com abertura de acesso interno e supressão de eucaliptos na GROTA DO IPÊ está chegando ao fim.

Agora começamos a cuidar da infra estrutura básica, fase na qual faremos fixaremos o alojamento e instalações elétrica e hidráulica.

A instalação elétrica estará a cargo do Alex e Luci, prestadores de serviços contratados para esse fim específico. O  poste será instalado no mirante (km 60,5) com capacidade para duas instalações bifásico.

Pedido de instalação de energia elétrica:  C1 -  37487329
Rodovia Juvenal Ponciano de Camargo, Km 60,6
Solicitações de Serviços
Tipo e Descrição
Situação

01. 20131831460772
P1 - 001 - VISTORIA PARA LIGAGAO DE UNIDADE CONSUMIDORA
Seu pedido está com a equipe executora e será atendido até o dia 12/07/2013

Pedido de instalação de energia elétrica:  C2 -  37487477
Rodovia Juvenal Ponciano de Camargo, Km 60,6


Solicitações de Serviços
Tipo e Descrição
Situação

01. 20131831465945
P2 - 001 - VISTORIA PARA LIGAGAO DE UNIDADE CONSUMIDORA
Seu pedido está com a equipe executora e será atendido até o dia 12/07/2013

sábado, 23 de março de 2013

Grota do ipê

Os resultados de manutenção e conservação na Grota do ipê se confirmam!
Imagens da Grota após as intervenções Jun/2013
Após a realização de várias intervenções foi possível manter intacta a área da Grota do ipê, que fica no Km 60,5 da Rodovia Juvenal Ponciano de Camargo que interliga as cidades de Nazaré Paulista e Guarulhos. A vigilância e fiscalização dos trabalhos foram fundamentais para a manutenção da área, conforme podemos verificar nas imagens.


Thiago, Nego (Junior) e Leandro em visita
à Grota, primeira visita monitorada ao projeto.
Foto que registra a situação da área
 antes das intervenções.

 
Ipê - árvore que dá o nome ao projeto
área de recuperação após
as primeiras intervenções
























Grota do ipê é um projeto socioambiental, de iniciativa privada, o início das atividades ocorreu em novembro de 2012 com a escolha da área.



Missão: após a limpeza e paisagismo com acesso Km 60,6 a área será aberta a visitação monitorada, a intenção é implementar espaços de lazer e entretenimento que possibilitem aos visitantes a permanência durante todo o dia, tendo em vista tratar-se de área extensa paralela a Rodovia Juvenal Ponciano de  Camargo (inicialmente 400 metros linear "do KM 60,3 ao KM 60,7 da rodovia e aos fundos com a represa").

PLANTANDO O FUTURO - RECUPERAÇÃO DE ÁREA DEGRADADA - Projeto Grota do Ipê.


Avançando no Projeto chegamos finalmente à Grota,  local exuberante  onde há um "plator natural" e, na encosta, a Grota com uma pedra central. Na lateral existem dois olhos d'água sendo que o primeiro necessitará de recuperação imediata pois está absolutamente degradado e sob risco, este é o próximo desafio.

Nesta área enquanto vamos promovendo intervenções de recuperação providenciamos a preparação de mudas frutíferas e nativas que serão usadas prioritariamente na recuperação da área. 

Iniciamos os trabalhos de limpeza no "buraco fundo", parte externa da Grota, preparamos a área de acesso e plator frontal. Foi possível manter todas as plantas nestas áreas, tendo ocorrido, por necessidade, a retirada de um eucalipto de pequeno porte que obstruía o acesso.


Vista do 2º plator, ao fundo represa.
Vivian aproveita o feriado para visitar a Grota, foi conhecer o acesso ao "buraco fundo" e à Grota, ficou entusiasmada com a beleza do local, mas o encanto mesmo fica por conta da escada de acesso social toda de pneus e formato curvilínea. 


 



Área de lazer ao ar livre KM 59,05.

Campping acesso 59,05
Incidentalmente acabamos por conhecer o Km 59,05 onde há um extensa área de pastagem, ocupada pelo nativo João Vitor há mais de 10 anos, na apresentação da área verificamos que o local é propício ao lazer da comunidade, orientamos o "cuidador" sobre a possibilidade do uso adequado do espaço no sentido de implantar infra estrutura que possibilite o lazer ao ar livre  de forma sustentável.

Propomos parceria para expansão do projeto Grota do Ipê que faz divisa com a área.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Sobre política e jardinagem


De todas as vocações, a política é a mais nobre. Vocação, do latim "vocare", quer dizer "chamado". Vocação é um chamado interior de amor: chamado de amor por um "fazer". No lugar desse "fazer" o vocacionado quer "fazer amor" com o mundo. Psicologia de amante: faria, mesmo que não ganhasse nada.

"Política" vem de "polis", cidade. A cidade era, para os gregos, um espaço seguro, ordenado e manso, onde os homens podiam se dedicar à busca da felicidade. O político seria aquele que cuidaria desse espaço. A vocação política, assim, estaria a serviço da felicidade dos os moradores da cidade.


Talvez por terem sido nômades no deserto, os hebreus não sonhavam com cidades; sonhavam com jardins. Quem mora no deserto sonha com oases. Deus não criou uma cidade. Ele criou um jardim. Se perguntássemos a um profeta hebreu "o que é política?", ele nos responderia, " a arte da jardinagem aplicada às coisas públicas".
O político por vocação é um apaixonado pelo grande jardim para todos. Seu amor é tão grande que ele abre mão do pequeno jardim que ele poderia plantar para si mesmo. De que vale um pequeno jardim se à sua volta está o deserto? É preciso que o deserto inteiro se transforme em jardim.

Amo a minha vocação, que é escrever. Literatura é uma vocação bela e fraca. O escritor tem amor mas não tem poder. Mas o político tem. Um político por vocação é um poeta forte: ele tem o poder de transformar poemas sobre jardins em jardins de verdade. A vocação política é transformar sonhos em realidade. É uma vocação tão feliz que Platão sugeriu que os políticos não precisam possuir nada: bastar-lhes-ia o grande jardim para todos. Seria indigno que o jardineiro tivesse um espaço privilegiado, melhor e diferente do espaço ocupado por todos. Conheci e conheço muitos políticos por vocação. Sua vida foi e continua a ser um motivo de esperança.
Vocação é diferente de profissão. Na vocação a pessoa encontra a felicidade na própria ação. Na profissão o prazer se encontra não na ação. O prazer está no ganho que dela se deriva. O homem movido pela vocação é um amante.

Faz amor com a amada pela alegria de fazer amor. O profissional não ama a mulher. Ele ama o dinheiro que recebe dela. É um gigolô.

Todas as vocações podem ser transformadas em profissões O jardineiro por vocação ama o jardim de todos. O jardineiro por profissão usa o jardim de todos para construir seu jardim privado, ainda que, para que isso aconteça, ao seu redor aumente o deserto e o sofrimento.

Assim é a política. São muitos os políticos profissionais. Posso, então, enunciar minha segunda tese: de todas as profissões, a profissão política é a mais vil. O que explica o desencanto total do povo, em relação à política. Guimarães Rosa, perguntado por Günter Lorenz se ele se considerava político, respondeu: "Eu jamais poderia ser político com toda essa charlatanice da realidade.... Ao contrário dos "legítimos" políticos, acredito no homem e lhe desejo um futuro. O político pensa apenas em minutos. Sou escritor e penso em eternidades. Eu penso na ressurreição do homem." Quem pensa em minutos não tem paciência para plantar árvores. Uma árvore leva muitos anos para crescer. É mais lucrativo cortá-las.

Nosso futuro depende dessa luta entre políticos por vocação e políticos por profissão. O triste é que muitos que sentem o chamado da política não têm coragem de atendê-lo, por medo da vergonha de serem confundidos com gigolôs e de terem de conviver com gigolês.

Escrevo para vocês, jovens, para seduzí-los à vocação política. Talvez haja jardineiros adormecidos dentro de vocês.

A escuta da vocação é difícil, porque ela é perturbada pela gritaria das escolhas esperadas, normais, medicina, engenharia, computação, direito, ciência. Todas elas, legítimas, se forem vocação. Mas todas elas afunilantes: vão colocá-los num pequeno canto do jardim, muito distante do lugar onde o destino do jardim é decidido. Não seria muito mais fascinante participar dos destinos do jardim?

Acabamos de celebrar os 500 anos do descobrimento do Brasil. Os descobridores, ao chegar, não encontraram um jardim. Encontraram uma selva. Selva não é jardim. Selvas são crueis e insensíveis, indiferentes ao sofrimento e à morte. Uma selva é uma parte da natureza ainda não tocada pela mão do homem.
Aquela selva poderia ter sido transformada num jardim. Não foi. Os que sobre ela agiram não eram jardineiros.

Eram lenhadores e madeireros. E foi assim que a selva, que poderia ter se tornado jardim para a felicidade de todos foi sendo transformada em desertos salpicados de luxuriantes jardins privados onde uns poucos encontram vida e prazer.

Há descobrimentos de origens. Mais belos são os descobrimentos de destinos. Talvez, então, se os políticos por vocação se apossarem do jardim, poderemos começar a traçar um novo destino. Então, ao invés de desertos e jardins privados, teremos um grande jardim para todos, obra de homens que tiveram o amor e a paciência de plantar árvores à cuja sombra nunca se assentariam.

Rubem Alves é educador, escritor, psicanalista e professor emérito da Unicamp.
http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_colunas/r_alves/id221000.htm